Vista panorâmica de Santos
praia canto do forte praia grande

Canto do Forte reúne praia, gastronomia e história em um dos bairros mais valorizados de Praia Grande

Faixa de areia, mar geralmente tranquilo, ciclovia e opções de lazer fazem do Canto do Forte um dos destinos mais procurados do litoral paulista.

Quem visita Praia Grande encontra no Canto do Forte um dos bairros mais tradicionais e valorizados da cidade. Conhecido pela boa infraestrutura, pelo mar que costuma ser mais calmo e pela ampla oferta de restaurantes e bares, o local atrai moradores e turistas durante todo o ano.

A praia é ideal para caminhadas, passeios de bicicleta e momentos de lazer em família. Em dias de mar favorável, também é comum a prática de esportes como stand up paddle e caiaque, aproveitando as águas geralmente mais tranquilas desse trecho do litoral.

Além da orla, o bairro se destaca pelo polo gastronômico. A Avenida Marechal Mallet concentra restaurantes, hamburguerias, pizzarias, cafeterias e bares que movimentam a região tanto durante o dia quanto à noite.

História preservada

O nome Canto do Forte faz referência à histórica Fortaleza de Itaipu, construída no início do século XX para reforçar a defesa da costa paulista. Embora o acesso às instalações militares seja controlado pelo Exército Brasileiro, o entorno oferece belas paisagens e é um dos cenários mais fotografados de Praia Grande.

Antes de entrar no mar

Quem pretende aproveitar a praia deve consultar o boletim semanal de balneabilidade da CETESB, responsável pelo monitoramento da qualidade da água nas praias paulistas. Após períodos de chuvas intensas, a recomendação é redobrar a atenção às condições para banho.

Com infraestrutura completa, belas paisagens e opções de lazer para diferentes públicos, o Canto do Forte segue como um dos principais cartões-postais de Praia Grande e uma excelente alternativa para quem deseja conhecer o litoral da Baixada Santista.

Fonte: Costa Norte, Prefeitura de Praia Grande e CETESB.

terremoto no perú

Terremoto de magnitude 5,6 deixa mortos e feridos na região central do Peru

Um terremoto de magnitude 5,6 atingiu a região central do Peru na noite de sábado (19), provocando mortes, feridos e danos em diversas localidades. O tremor ocorreu a aproximadamente 10 quilômetros de profundidade, com epicentro próximo à cidade de Chupaca, na região de Junín.

Equipes de resgate foram mobilizadas logo após o abalo para atender as vítimas e avaliar os estragos. Autoridades peruanas confirmaram a morte de cinco pessoas, além de mais de 20 feridos. Também foram registrados deslizamentos de terra, danos em residências e interrupções em algumas vias da região.

Imagens divulgadas pelas equipes de emergência mostram bombeiros, militares e profissionais da Defesa Civil prestando atendimento às famílias afetadas durante a noite. Em alguns pontos, moradores precisaram deixar suas casas por precaução enquanto técnicos verificavam a segurança das construções.

O Peru está situado no chamado Cinturão de Fogo do Pacífico, uma das áreas com maior atividade sísmica do planeta. A região concentra o encontro de importantes placas tectônicas, tornando terremotos um fenômeno relativamente frequente no país.

Até o momento, as autoridades não emitiram alerta de tsunami, já que o terremoto ocorreu em uma área continental. O governo peruano segue monitorando a situação e coordenando as ações de assistência às comunidades atingidas.

Especialistas alertam que tremores secundários podem ocorrer nas horas ou dias seguintes a um terremoto dessa magnitude. Por isso, a população foi orientada a seguir as recomendações da Defesa Civil e permanecer atenta a novas informações oficiais.

Fonte: CNN Brasil, Centro Sismológico Europeu-Mediterrâneo (CSEM) e autoridades do Peru.

novas adutoras de água da sabesp para baixada santista

Sabesp investe em novas adutoras para reforçar abastecimento de água na Baixada Santista

A Sabesp anunciou um novo pacote de investimentos para ampliar a segurança do abastecimento de água na Baixada Santista. Entre as principais ações está a construção de novas adutoras, estruturas responsáveis por transportar grandes volumes de água tratada entre estações e reservatórios, reduzindo o risco de desabastecimento em períodos de maior consumo.

As obras fazem parte de um plano de modernização do sistema de distribuição de água da região e contemplam municípios como Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá, Cubatão, Bertioga, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe.

Segundo a companhia, o objetivo é aumentar a capacidade de transporte de água tratada, criar rotas alternativas de abastecimento e tornar o sistema mais resistente a falhas operacionais, manutenções e eventos climáticos extremos.

Entre os destaques está a implantação de novas adutoras de grande porte, além da ampliação de reservatórios e estações elevatórias. Essas intervenções permitirão uma distribuição mais equilibrada da água entre os municípios, especialmente durante a temporada de verão, quando a população da Baixada Santista cresce significativamente devido ao turismo.

Nos últimos anos, moradores de diversas cidades da região enfrentaram interrupções no abastecimento provocadas pelo aumento da demanda, problemas operacionais e condições climáticas adversas. Com as novas obras, a expectativa é reduzir a ocorrência desses episódios e oferecer maior confiabilidade ao sistema.

A Sabesp também informou que o plano de investimentos inclui a ampliação da capacidade de armazenamento de água tratada, a modernização da infraestrutura existente e a integração entre diferentes sistemas de abastecimento, permitindo maior flexibilidade na operação da rede.

As intervenções fazem parte de um programa de investimentos previsto para os próximos anos, voltado à melhoria dos serviços de saneamento na Baixada Santista, acompanhando o crescimento populacional e o desenvolvimento da região.

O que é uma adutora?

A adutora é uma tubulação de grande diâmetro utilizada para transportar água tratada ou bruta entre estações de tratamento, reservatórios e centros de distribuição. Diferentemente das redes que chegam às residências, as adutoras funcionam como as “artérias” do sistema de abastecimento, levando grandes volumes de água para que ela possa ser distribuída aos consumidores.

Fonte: Santa Portal, Sabesp e Governo do Estado de São Paulo.

El Niño pode aumentar o risco de tempestades no Brasil

El Niño pode aumentar o risco de tempestades no Brasil; veja o que esperar no litoral de São Paulo

O fenômeno El Niño voltou a preocupar os meteorologistas e deve influenciar o clima brasileiro nos próximos meses. De acordo com os órgãos oficiais de monitoramento, há alta probabilidade de que o fenômeno permaneça ativo até o início de 2027, favorecendo mudanças importantes no regime de chuvas e na ocorrência de eventos climáticos extremos em diversas regiões do país.

Entre os possíveis impactos estão tempestades mais intensas, rajadas de vento, descargas elétricas e episódios de granizo. Em algumas áreas do Sul do Brasil, as condições atmosféricas também podem favorecer a formação de tornados, embora esse tipo de evento continue sendo considerado raro.

E o litoral de São Paulo?

Para a Baixada Santista, incluindo Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande, a principal preocupação não são os tornados, mas sim o aumento da frequência de chuvas fortes, ventos intensos, ressacas marítimas e marés elevadas.

Essas condições podem provocar alagamentos em áreas mais baixas da cidade, queda de árvores, interrupções no fornecimento de energia e impactos nas operações do Porto de Santos, além de acelerar processos de erosão costeira em alguns trechos da orla.

Especialistas recomendam que a população acompanhe os alertas da Defesa Civil e dos órgãos meteorológicos, especialmente durante a passagem de frentes frias, quando os efeitos do El Niño podem potencializar a instabilidade atmosférica.

Fenômeno deve persistir

Segundo o primeiro Boletim do Painel El Niño 2026-2027, elaborado por INPE, INMET, CEMADEN, ANA, SGB e Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, existe probabilidade superior a 90% de o fenômeno permanecer ativo até pelo menos o início de 2027. Os modelos climáticos também indicam possibilidade de um evento de forte intensidade durante a primavera e o verão.

Embora as previsões indiquem aumento da ocorrência de eventos extremos, isso não significa que todas as regiões brasileiras sofrerão os mesmos impactos. Cada área do país responde de maneira diferente às alterações provocadas pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico.

Como acompanhar

Moradores do litoral paulista devem acompanhar os avisos emitidos pelos órgãos oficiais, principalmente em períodos de previsão de chuva intensa, ventos fortes e ressacas marítimas.

A recomendação é evitar áreas sujeitas a alagamentos, não permanecer próximo de árvores durante temporais e seguir as orientações da Defesa Civil sempre que alertas forem emitidos.

Fontes: A Tribuna, INPE, INMET, CEMADEN, Agência Gov.

Reservatório-Túnel Santa Tereza/Voturuá 15 de jul. de 2026, 15 06 43

Maior reservatório de água da América Latina fica entre Santos e São Vicente e abastece milhares de moradores

Escondido no interior dos morros Santa Tereza e Voturuá, na divisa entre Santos e São Vicente, está uma das obras de engenharia mais impressionantes do Brasil. O Reservatório-Túnel Santa Tereza/Voturuá é considerado o maior reservatório de água tratada em formato de túnel da América Latina e desempenha um papel fundamental no abastecimento da Baixada Santista.

Com capacidade para armazenar 110 milhões de litros de água, a estrutura abastece diretamente os municípios de Santos e São Vicente e reforça o fornecimento para Guarujá e Praia Grande. Esse volume equivale a cerca de 44 piscinas olímpicas cheias.

Uma obra inédita para a época

A construção começou em 1979 e foi concluída em 1981. Na época, engenheiros da Sabesp optaram por escavar o reservatório no interior da montanha para aproveitar a resistência natural das rochas e permitir que a distribuição da água fosse feita por gravidade, reduzindo o consumo de energia elétrica.

O túnel possui aproximadamente 1,1 quilômetro de extensão, cerca de 15 metros de largura e 13 metros de altura, dimensões comparáveis às de um prédio de cinco andares.

Escavado em rochas com 600 milhões de anos

Estudos geológicos apontaram que o maciço onde o reservatório foi construído é formado por granito gnaisse, uma rocha com aproximadamente 600 milhões de anos, da mesma formação geológica do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro.

A qualidade dessa estrutura natural permitiu que a própria rocha servisse como parte da sustentação do reservatório, tornando a obra um marco da engenharia brasileira.

As pedras ajudaram a construir o Emissário Submarino

Durante a escavação, milhares de toneladas de rochas foram retiradas do interior dos morros.

Em vez de serem descartadas, esse material foi reaproveitado na construção do Emissário Submarino de Santos, uma solução que reduziu custos e deu uma nova utilidade aos resíduos da obra.

Visitas acontecem durante as manutenções

A cada dois anos, uma das câmaras do reservatório é esvaziada para limpeza, inspeção e desinfecção.

Nesse período, a Sabesp costuma abrir visitas monitoradas ao público, permitindo que moradores conheçam uma estrutura normalmente inacessível. A experiência revela a grandiosidade do túnel e ajuda a conscientizar sobre a importância da preservação dos recursos hídricos.

Uma obra estratégica para a Baixada Santista

Mesmo funcionando longe dos olhos da população, o Reservatório-Túnel Santa Tereza/Voturuá é uma das principais garantias de segurança hídrica da região.

Sua localização estratégica e a enorme capacidade de armazenamento permitem manter o abastecimento mesmo durante períodos de maior consumo ou intervenções no sistema de distribuição, tornando essa obra um dos maiores patrimônios da infraestrutura da Baixada Santista.

Fonte: Reportagem de A Tribuna, Sabesp, Prefeitura de Santos e Prefeitura de São Vicente.

Prédios tortos de Santos oferecem risco? Entenda a situação atual dos edifícios da orla

Prédios tortos de Santos oferecem risco? Entenda a situação atual dos edifícios da orla

Os famosos prédios tortos da orla de Santos continuam despertando curiosidade e preocupação entre moradores e turistas. Afinal, existe risco de desabamento? A resposta, segundo a Prefeitura de Santos, é que não há risco iminente, embora os edifícios permaneçam sob monitoramento técnico permanente.

Atualmente, dezenas de edifícios localizados principalmente entre os canais 2 e 6 apresentam diferentes níveis de inclinação, consequência de um fenômeno conhecido como recalque diferencial. O problema ocorre porque muitos prédios foram construídos sobre uma espessa camada de solo arenoso e argila marinha, sem fundações profundas, prática comum nas décadas de 1940 a 1970.

Monitoramento permanente

A Prefeitura informa que os edifícios considerados mais críticos passam por acompanhamento técnico periódico. Os condomínios também são responsáveis por contratar laudos estruturais e realizar as manutenções necessárias para garantir a segurança das edificações.

Especialistas explicam que uma inclinação não significa, necessariamente, risco de colapso. O mais importante é verificar se a estrutura permanece estável e se não há movimentações aceleradas que possam comprometer a segurança.

Inclinação continua evoluindo

Em alguns edifícios, o processo de recalque ainda continua, embora de forma lenta. Estudos apontam que determinadas construções registram pequenas variações ao longo dos anos, reforçando a necessidade de monitoramento constante.

Esse comportamento é consequência das características naturais do subsolo da orla santista, formado por sedimentos marinhos altamente compressíveis.

Projeto de realinhamento

Uma das alternativas estudadas é o reaprumo, técnica de engenharia capaz de corrigir parcialmente ou totalmente a inclinação de um edifício.

A Prefeitura de Santos discute possibilidades de financiamento para esses projetos, incluindo conversas com o BNDES, já que o custo das obras pode chegar a milhões de reais por condomínio.

O reaprumo consiste em atuar diretamente nas fundações, utilizando macacos hidráulicos e reforços estruturais para elevar gradualmente a parte que sofreu maior recalque. A técnica já foi aplicada com sucesso em alguns edifícios da cidade.

Um problema que virou símbolo de Santos

Os prédios tortos fazem parte da identidade da orla santista há décadas e são frequentemente citados como um dos maiores casos de recalque de edificações do Brasil.

Apesar da aparência incomum, especialistas reforçam que a maioria dessas construções permanece segura quando recebe manutenção adequada e acompanhamento técnico regular.

O desafio agora é encontrar soluções que permitam preservar esses edifícios e garantir ainda mais segurança para moradores, sem comprometer a paisagem urbana que tornou Santos conhecida nacionalmente.

Fonte: A Tribuna, Prefeitura de Santos e informações públicas sobre o monitoramento das edificações da orla.

Novo trem deve conectar Santos ao Vale do Ribeira com três tipos de serviço

Novo trem deve conectar Santos ao Vale do Ribeira com três tipos de serviço

O Governo de São Paulo avança nos estudos para implantar uma nova ligação ferroviária entre a Baixada Santista e o Vale do Ribeira. O projeto prevê um trem regional com diferentes modalidades de operação, buscando atender tanto passageiros que realizam viagens curtas quanto aqueles que percorrem longas distâncias.

Com aproximadamente 223 quilômetros de extensão, o futuro corredor ferroviário deverá conectar Santos a Cajati, passando por cidades da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. A proposta faz parte do programa SP nos Trilhos, que reúne projetos voltados à expansão da malha ferroviária paulista.

Três tipos de serviço

De acordo com os estudos em desenvolvimento, a nova ferrovia poderá operar com três modalidades de atendimento.

A primeira será destinada às viagens de longa distância, ligando Santos a Cajati com menos paradas e maior velocidade operacional.

A segunda atenderá deslocamentos regionais, permitindo viagens entre municípios vizinhos da Baixada Santista e do Vale do Ribeira, oferecendo uma alternativa ao transporte rodoviário.

Já a terceira modalidade deverá funcionar como um serviço mais local, realizando paradas em um número maior de estações para atender moradores que utilizam o trem no dia a dia.

Integração com outros sistemas

Outro objetivo do projeto é integrar a futura ferrovia ao VLT da Baixada Santista e ao futuro Trem Intercidades entre Santos e São Paulo. Com isso, passageiros poderão realizar conexões entre diferentes modais, reduzindo o tempo de viagem e ampliando as opções de transporte público na região.

Desenvolvimento regional

Além de melhorar a mobilidade, o projeto pretende impulsionar o desenvolvimento econômico das cidades atendidas. A expectativa é facilitar o deslocamento de trabalhadores, estudantes e turistas, fortalecendo a integração entre a Baixada Santista e o Vale do Ribeira.

Especialistas também apontam que uma nova ligação ferroviária pode reduzir a dependência das rodovias, especialmente da SP-055 (Padre Manoel da Nóbrega/Rio-Santos), principal corredor entre as duas regiões.

Projeto ainda está em estudos

Apesar do avanço dos estudos técnicos, o trem ainda não tem data definida para o início das obras. Nesta fase estão sendo realizados levantamentos topográficos, análises de engenharia e avaliações de viabilidade técnica e econômica.

Se o projeto for aprovado nas próximas etapas, a ferrovia poderá representar a maior expansão do transporte ferroviário de passageiros no litoral paulista nas últimas décadas.


Fonte: Reportagem de A Tribuna, informações da CPTM e do Governo do Estado de São Paulo.

Furto de cabos atrasa entrega de moradias no Parque Palafitas, em Santos

Furto de cabos atrasa entrega de moradias no Parque Palafitas, em Santos

O cronograma de entrega de novas moradias do Parque Palafitas, na Zona Noroeste de Santos, sofreu um novo atraso após o furto de cabos elétricos no empreendimento. O incidente comprometeu parte da infraestrutura necessária para a conclusão das unidades habitacionais destinadas a famílias da comunidade do Dique da Vila Gilda.

O Parque Palafitas é considerado um dos projetos habitacionais mais inovadores do Brasil e integra o plano de urbanização da maior comunidade de palafitas da América Latina. A proposta busca oferecer moradias mais seguras, infraestrutura adequada e melhores condições de vida para famílias que vivem há décadas sobre o manguezal.

Atraso na entrega

Além do furto dos cabos, o projeto já enfrentou outros desafios durante sua execução, incluindo ajustes técnicos na obra e adequações estruturais. Com isso, a entrega das residências precisou ser reprogramada.

A Prefeitura de Santos acompanha a situação e trabalha para concluir as intervenções necessárias antes da ocupação definitiva das moradias.

Projeto busca transformar a Vila Gilda

O Parque Palafitas foi desenvolvido para substituir moradias precárias por habitações planejadas, mantendo a integração com o ambiente de manguezal e incorporando soluções sustentáveis.

A primeira etapa do projeto contempla dezenas de unidades habitacionais, além de infraestrutura urbana, áreas de convivência e sistemas modernos de drenagem e saneamento.

A iniciativa faz parte de um programa mais amplo de reurbanização da região, que prevê novas moradias, regularização fundiária e recuperação ambiental.

Segurança preocupa

O furto de materiais em obras públicas representa um desafio recorrente e pode provocar atrasos, aumento dos custos e prejuízos à população que aguarda a entrega dos empreendimentos.

No caso do Parque Palafitas, a expectativa é que os reparos sejam realizados para permitir a conclusão da infraestrutura elétrica e a liberação das unidades habitacionais.

Um projeto de referência

Quando totalmente concluído, o Parque Palafitas deverá servir como modelo para outras cidades brasileiras que enfrentam problemas semelhantes de ocupação em áreas de manguezal e moradias sobre palafitas.

Além de melhorar a qualidade de vida dos moradores, o projeto busca promover inclusão social, recuperação ambiental e desenvolvimento urbano sustentável em uma das regiões mais vulneráveis de Santos.

Fonte: Informações baseadas em reportagem publicada por A Tribuna e em dados oficiais da Prefeitura de Santos sobre o projeto Parque Palafitas.